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Juazeiro do Norte,27/05/2024

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Biden diz a Netanyahu que os EUA não participarão de eventual contra-ataque israelense contra o Irã

g1.globo.com
Biden diz a Netanyahu que os EUA não participarão de eventual contra-ataque israelense contra o Irã


Irã lançou drones e mísseis contra Israel neste sábado (13). Primeiro-ministro israelense disse que irá 'ferir qualquer um' que tenha planos de atacar o país. Biden diz a Netanyahu que os EUA não participarão de eventual contra-ataque israelense contra o Irã
O presidente Joe Biden disse ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que os Estados Unidos não participarão de nenhuma contra-ofensiva israelense contra o Irã, afirmou uma autoridade da Casa Branca neste domingo (14).
O Irã lançou mais de 300 drones e mísseis para atacar Israel neste sábado (13), em resposta ao bombardeio israelense que atingiu a embaixada do país na Síria no início de abril (leia mais abaixo).
Num comunicado divulgado após os ataques, Biden afirmou ter dito a Netanyahu que Israel “demonstrou uma capacidade notável para se defender e derrotar até mesmo ataques sem precedentes”.
Biden não disse no comunicado se ele e Netanyahu discutiram uma possível resposta israelense ou um potencial envolvimento dos EUA.
No entanto, John Kirby, o principal porta-voz de segurança nacional da Casa Branca, afirmou no domingo (14) ao programa "This Week" da ABC que os Estados Unidos continuarão a ajudar Israel a se defender, mas não querem a guerra com o Irã.
Questionado se os Estados Unidos apoiariam a retaliação de Israel no Irã, Kirby disse que “o nosso compromisso é inflexível” em defender Israel e em “ajudar Israel a defender-se”.
"E como o presidente disse muitas vezes, não procuramos uma guerra mais ampla na região. Não procuramos uma guerra com o Irã. E penso que vou deixar por isso mesmo", acrescentou Kirby.
No sábado, Joe Biden classificou o ataque do Irã contra Israel como "descarado" e afirmou que vai reunir os líderes do G7 para coordenar uma resposta "diplomática e unida".
O Gabinete de Guerra de Israel e o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) também marcaram reuniões para discutir o assunto neste domingo (14).
Benny Gantz, membro do Gabinete de Guerra de Israel, afirmou que o Irã pagará na hora certa pelo ataque feito ao país.
E o porta-voz da Diplomacia Pública de Israel, Avi Hyman, afirmou que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ameaçou "ferir qualquer um" que tenha planos de atacar Israel.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden
Reuters
Ataque inédito
Israel foi alvo de um ataque inédito do Irã na noite de sábado — madrugada de domingo pelo horário local. Mais de 300 artefatos, incluindo drones e mísseis, foram lançados contra o país.
As Forças de Defesa de Israel afirmaram que conseguiram interceptar 99% dos artefatos lançados. Entretanto, a mídia iraniana disse que mísseis conseguiram furar a proteção israelense.
Uma criança de 10 anos ficou ferida e, por volta das 19h, a missão do Irã na ONU afirmou que o ataque estava encerrado.
Para especialistas, o objetivo do Irã não era causar grandes danos ao território israelense, mas "dar uma resposta telegrafada" para as ações do país.
No início de abril, um bombardeio israelense atingiu a embaixada do Irã na Síria, matando três comandantes da Guarda Revolucionária iraniana, incluindo Mohammad Reza Zahedi, comandante sênior da guarda.
Do ataque à embaixada ao revide: entenda a cronologia da escalada de tensões entre Irã e Israel




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